Disco de 14 faixas em três atos une viola caipira e psicodelia sem metrônomo orgânica

Após duas décadas entre cinema, poesia e teatro, Roguan estreia oficialmente na música com um álbum homônimo, que traduz uma busca pessoal por identidade sonora. O artista, que foi um dos sócios da Associação Cultural Cecília, encara a canção como território principal nesta nova fase.
Gravado entre dezembro de 2023 e março de 2024 no Estúdio Mandril, o disco tem produção musical de Rodrigo Ramos e produção artística e executiva de Mayra Faour Auad. Ao todo, são 14 faixas organizadas em três atos — conflito, conexão e expansão —, cada um aberto por uma peça instrumental com poesia falada.
As músicas foram escolhidas a partir de cerca de 80 composições escritas ao longo de dez anos, com a proposta de formar uma narrativa de travessia. Na estética, a viola caipira conduz o caminho e conversa com violão de sete cordas, guitarra, gaita, percussões e efeitos psicodélicos.
Roguan toca todos os instrumentos, com dobras pontuais de Rodrigo Ramos, priorizando performances orgânicas e sem metrônomo. O lançamento também inclui um projeto audiovisual com sete filmes reunidos em uma peça de 16 minutos, dirigida pelo artista em parceria com a produtora Mymama, reforçando o caráter introspectivo da obra.
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