Duda Diamba lidera novo som caribenho em Salvador com “Salvamor”

Salvador, a “primeira capital” e “cidade mais negra fora da África”, pulsa como polo do reggae brasileiro, resgatando o legado jamaicano de Bob Marley, Toots & the Maytals e The Congos dos anos 60. Após meio século, o Brasil – liderado pela Bahia – inova o gênero com fusões de ska, rocksteady, dub e ragga à musicalidade local. Duda Diamba, com 30 anos de carreira, exemplifica em “Salvamor” (2025), single com Vinícius Casqueiro, Van Cerqueira e Tony Errejota.
Pela primeira vez em reggae puro, a faixa usa IA para transferir melodia, harmonia e voz, alinhando timbres contemporâneos globais sem perder a essência baiana. Inspirado em Chronixx (LP Chronology, indicado ao Grammy), Duda inverte críticas sociais em exaltação: “O melhor remédio pra curar e superar a dor: Salvador, Salvamor”. Hit do réveillon em Taipu de Fora, viraliza em trends sobre estética baiana – “Tá triste? Bahia. Sem rumo? Bahia”.
Da Legião Urbana (“O Reggae”, 1985) ao solo pós-Diamba, Duda soma hits como “Pardopatia”, “Chama Chama” e hino do Esporte Clube Bahia em reggae. Pós-Pulverizando Beleza (2025), ele conecta gerações: “Bob Marley rompeu barreiras; Edson Gomes luta por reconhecimento após 50 anos. Sigo contando resistência e identidade”.
Duda, RG 071, vive em SP mas carrega Salvador: “Amo minha cidade com paradoxo; essa faixa é poética e sincera, transmitindo Bahia pelo reggae”. O fenômeno baiano globaliza o som caribenho, unindo tradição, inovação e amor local.
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