Edição histórica acontece de 14 a 17/02, no Cais da Alfândega, com programação gratuita e internacional

O Rec-Beat celebra 30 anos reafirmando por que é um dos festivais mais longevos e relevantes do país: curadoria inquieta, diversidade estética e disposição para descobrir novos nomes. A edição comemorativa acontece de 14 a 17 de fevereiro, no Cais da Alfândega, no Recife, com acesso gratuito, mantendo o compromisso com um ambiente democrático e inclusivo.
A programação reúne artistas do Brasil, da América Latina e da África, costurando diferentes cenas e linguagens sonoras. Entre os destaques, nomes emergentes como NandaTsunami, AJULLIACOSTA e Jadsa dividem espaço com Djonga, Johnny Hooker e Carlos do Complexo, além de atrações internacionais como Momi Maiga Quartet, do Senegal, e os colombianos do Ghetto Kumbé.
Para Antonio “Gutie” Gutierrez, idealizador e curador do festival, o Rec-Beat chega aos 30 mantendo o frescor que sempre guiou sua trajetória: ser espaço de descobertas, formação de público e circulação entre cenas. A fala também marca a ambição de seguir inovando, com projetos que ampliam a atuação do festival para além do formato tradicional de shows.
Uma das principais novidades é o lançamento do Moritz, plataforma dedicada exclusivamente à música eletrônica, que estreia no primeiro dia do festival, no sábado (14). Com curadoria assinada por Paulete Lindacelva, DJ e produtora pernambucana, o Moritz reúne, além dela própria, Carlos do Complexo, a colombiana Piolinda Marcela, SPHYNX, LOFIHOUSEBOY e DAVS, e nasce com vocação para ganhar edições próprias no futuro.
A edição histórica também amplia os holofotes para a produção africana e latino-americana, com artistas que conectam tradição e vanguarda. Entre eles estão Faizal Mostrixx (Uganda), Kikelomo (nigeriana-britânica), e o já citado Ghetto Kumbé, além de conexões com a cena afro-brasileira, como o Afoxé Oxum Pandá, que celebra 30 anos com o espetáculo Africaniei.
No recorte da nova música brasileira, o festival destaca artistas que chegam com trabalhos recentes e shows que dialogam com as transformações do presente. NandaTsunami leva o repertório de “É disso que eu me alimento”, Jadsa apresenta o repertório de “big buraco” (2025), Johnny Hooker retorna com a estreia nacional da turnê “Viver e Morrer de Amor na América Latina”, e ainda entram no radar nomes como Josyara, Chico Chico, Felipe Cordeiro (com participação de Layse) e o coletivo Barbarize com o show MANIFEXXTA, que projeta o legado do manguebeat para o futuro.
SERVIÇO:
FESTIVAL REC-BEAT 2026 – 30 ANOS
14 a 17 de fevereiro, a partir das 19h
Cais da Alfândega, Bairro do Recife
Gratuito
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