Longa mineiro integra a Première Brasil: Nova Geração

Realizado pela produtora mineira Postura Digital, “O Capitão Engarrafado” tem estreia mundial em outubro de 2026 na Première Brasil: Nova Geração do Festival do Rio. Segundo a organização do evento, a mostra reúne obras voltadas ao público jovem e a toda a família, e o filme não poderia estar em lugar mais apropriado: a dupla camada do roteiro apresenta uma narrativa universal com forte apelo para o co-viewing, combinando drama psicológico e história de fantasia. Essa vocação é confirmada pela seleção na Mostra Brasil da 50ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e na Mostrinha do festival.
O longa terá sua estreia mundial em outubro, com duas sessões. A primeira será na sexta-feira, 9 de outubro, às 18h15, na Estação Claro Gávea 3, na Rua Marquês de São Vicente, 52. No sábado, 10 de outubro, às 14h, o filme será exibido no Centro Cultural FGV, na Praia de Botafogo, 190. Os ingressos para as sessões do Festival do Rio estão disponíveis pelo site do evento.
Na história, Vanessa é uma mãe solo atormentada por um trauma do passado. Seu filho, Caio, é uma criança criativa que parece estar em fuga da realidade. Um dia, o menino conhece o pequeno capitão de um barco engarrafado que precisa voltar a navegar. Mas a jornada do interior de Minas Gerais até o mar pode ser perigosa.
O personagem-título é interpretado pelo ator Luiz Carlos Vasconcelos, conhecido por “Eu Tu Eles”, “Carandiru” e “Baile Perfumado”. O elenco conta também com Kelly Crifer, de “No Coração do Mundo”, Magdale Alves, de “Amarelo Manga” e “Eletrodoméstica”, e o jovem Tuí Souza Gil, selecionado a partir de oficinas realizadas com mais de trezentas crianças no Vale do Jequitinhonha.
A direção do projeto é de Guilherme Reis, realizador de outras produções infantojuvenis, como “Dentro da Caixinha”, disponível na Amazon Prime, e o premiado curta “Jardim das Colores”. Segundo o diretor: “O Capitão Engarrafado é cadenciado pelo contraste entre a calmaria da vida no campo e as aventuras imaginativas da infância. A direção opta por uma condução naturalista e direta, buscando no cotidiano elementos para criar laços entre a audiência e as personagens. A narrativa avança com a chegada do personagem-título, que, sem perceber, revira questões mal resolvidas de uma família em crise com o passado”.
O filme foi gravado em Minas Gerais, nas cidades de Presidente Kubitschek, Datas, Diamantina e Belo Horizonte, além de Ilha Grande, no Rio de Janeiro. A produção se destaca por utilizar efeitos especiais em um filme ambientado em paisagens humanas e naturais do Vale do Jequitinhonha, na busca por um cinema brasileiro de qualidade técnica e com identidade própria. A produção foi viabilizada pela Lei Paulo Gustavo, em edital gerido pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, com recursos do governo federal.
Cinema é Semana Pop
Siga Luiz Amoasei no Instagram
Conheça a produtora: IdeiaDigital
Conheça a missão do Semana Pop
Lembrando que todo o conteúdo de artigos produzidos por terceiros, não é de responsabilidade do portal Semana Pop.





