Louca normalidade marca estreia de Plácido Berci na ficção

Romance policial explora saúde mental e família após AVC de jornalista aposentado

Foto: Divulgação

O jornalista Plácido Berci estreia na ficção com Louca normalidade, romance pela Mondru que mistura suspense, saúde mental e laços familiares. Francisco Solano, repórter aposentado com quadro psiquiátrico misterioso, sofre AVC e passa a anotar tudo em blocos para preservar a memória.

Ao acordar com nota enigmática sobre mulher, praia e códigos, Francisco investiga se testemunhou crime ou se sua mente criou realidades paralelas. Narrativa alterna terceira pessoa e anotações íntimas, aproximando leitores do caos mental do protagonista no Rio colapsado.

Inspirado no pai Pedro Berci Filho, que anotava tudo pós-AVC, Plácido escreveu por cinco anos, elaborando luto durante o processo. “Reflete preconceito contra padrões mentais diversos, filosofia sobre vida breve, solidão e saudade”, explica o autor da Globo.

Diálogos com Hitchcock, Scorsese, Daniel Galera e Raphael Montes constroem cenas visuais ricas para adaptações audiovisuais. Relações avô-filho-neto revelam dinâmicas complexas em meio a flashbacks e sonhos investigativos.

Com projeto gráfico cuidadoso, o livro humaniza fragilidades psíquicas, transformando mistério pessoal em reflexão universal sobre aceitação e libertação.

Obra consolida Plácido, 36 anos, ex-correspondente em Nairóbi e Manchester, como voz sensível que une jornalismo investigativo à ficção emocional.

Adquira o livro “Louca Normalidade” pelo site da editora Mondru: https://mondru.com/produto/louca-normalidade/

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