Calor, álcool e longas caminhadas pedem atenção para curtir blocos com saúde
O Carnaval de rua é sinônimo de alegria, música e encontros, mas também pode se transformar em um verdadeiro desafio para o corpo. Horas em pé, deslocamentos longos entre blocos, exposição ao sol e pouco descanso colocam à prova até os foliões mais animados, principalmente quem não mantém uma rotina ativa ao longo do ano.

O calor intenso é um dos principais vilões da folia. A combinação de esforço físico, altas temperaturas e hidratação insuficiente favorece quadros de desidratação, queda de pressão e exaustão. Beber água ao longo do dia, intercalar o consumo de álcool com líquidos e observar sinais do corpo, como tontura e cansaço excessivo, faz toda a diferença para manter o ritmo com segurança.
Outro ponto de atenção está nos pés e articulações. Caminhar quilômetros atrás do trio ou do bloco exige calçados adequados, estáveis e confortáveis. Tênis fechados reduzem o risco de torções, cortes e lesões comuns em meio à multidão. Além disso, roupas leves e protetor solar reaplicado ao longo do dia ajudam a evitar queimaduras e desconfortos que podem encerrar a festa antes da hora.
A alimentação também entra no pacote de cuidados. Pular refeições ou confiar apenas no álcool como fonte de energia pode gerar mal-estar e queda de rendimento. Comer de forma regular, optar por alimentos leves e respeitar os limites do corpo garantem que o Carnaval termine com boas histórias — e não com visitas ao pronto-socorro.
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