Adaptação musical dos livros de Thalita Rebouças consolida conexão mãe‑filho em cartaz no Roxy, no Rio

Na reta final de temporada, “Fala Sério, Mãe! – Elas Só Mudam de Endereço” reafirma o sucesso da adaptação dos livros de Thalita Rebouças para o palco e transforma o Roxy, em Copacabana, em um ponto de encontro entre mães, filhos e memórias compartilhadas. Desde a estreia, em 8 de janeiro, até o fim de semana de 1º de março, o musical já realizou 24 sessões, com público médio de cerca de 500 pessoas por apresentação, somando mais de 12 mil espectadores. Nas últimas semanas em cartaz, com oito sessões programadas até 29 de março, a expectativa é atingir a marca de 16 mil pessoas, consolidando o espetáculo como um dos grandes sucessos da temporada teatral carioca.
Em janeiro, a montagem seguiu de quinta a domingo, chegando a realizar até duas sessões no mesmo dia, o que resultou no envolvimento de quase 10 mil espectadores apenas no primeiro mês. Entre risos, identificação e emoção rápida, o espetáculo prova que, no fim das contas, mães e filhos não mudam, só trocam de CEP, remetendo ao humor e à crítica suave do próprio universo de Thalita Rebouças. Nos meses de fevereiro e março, as apresentações foram concentradas em sábado e domingo, reforçando o caráter familiar e o apelo de se levar a rede inteira ao teatro.
A partir dos best‑sellers da autora, a comédia musical inova ao transformar o Roxy no centro de um formato ampliado: teatro, música, quitutes e convivência se fundem em um único programa. A combinação de cena, canções, trilha sonora com sucessos que atravessam gerações e um menu especial cria um combo afetivo, em que cada sessão vira um encontro doméstico, com conversas, selfies e momentos de descontração antes e depois da montagem. O projeto, produzido e realizado pela SRCOM e Accioly Entretenimento, nasce como uma superprodução pensada para reunir gerações, ocupando um dos palcos mais simbólicos do Rio de Janeiro e propondo uma experiência em que entretenimento, emoção e memória familiar caminham juntos.
“[O objetivo] foi reunir o que há de mais potente nas artes cênicas brasileiras para criar um musical à altura do público e da história que queremos contar”, afirma Abel Gomes, reforçando o cuidado com direção, elenco e dramaturgia. A cenografia digital, com tela de 140 m² especialmente desenvolvida para o Roxy, funde linguagem de cinema e teatro, tornando a tela em cenário vivo, com interações constantes entre elenco e projeções. Em cena, cerca de 30 artistas protagonizam 1h20 de espetáculo que mistura músicas autorais com sucessos populares, conectando mães, filhos, avós, netos e aqueles tios “cheios de opinião” em histórias que provocam riso, afeto e muita identificação.
Um marco simbólico desta edição é a presença de Thalita Rebouças no palco, em sua primeira atuação como atriz depois de mais de duas décadas de carreira como escritora. Ela interpreta Ângela Cristina, mãe intensa, amorosa, exagerada e inesquecível, representando a própria essência de muitas heroínas de suas histórias. “São 25 anos contando histórias e me conectando com vocês. Agora vou contar essa história de um jeito diferente. Nos palcos. Pela primeira vez”, define Thalita, justamente naquele palco em que literatura, música e memória afetiva se transformam em experiência coletiva.
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