Cinemateca Brasileira exibe 11 filmes restaurados com debates até fevereiro

A Cinemateca Brasileira e HB Filmes lançam a Retrospectiva Hector Babenco, homenagem emblemática em 2026, quando o diretor completaria 80 anos e marca uma década de sua partida. Com direção de Myra Babenco, a mostra exibe 11 longas restaurados entre 2019-2024, preservando a potência estética de obras que denunciam desigualdades sociais ainda atuais.
Filmes como Pixote, a Lei do Mais Fraco, Carandiru e Lúcio Flávio ganham novas sessões em alta qualidade de imagem e som, graças à colaboração com negativos originais da Cinemateca. O documentário O Fabuloso Fittipaldi recebe crédito correto à direção de Babenco, enquanto Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou, de Bárbara Paz, completa a filmografia diversa e intensa.
Myra Babenco reforça a missão: “Preservar e divulgar uma obra pioneira sobre questões sociais persistentes”. Wagner Moura, recente Globo de Ouro, cita Pixote como essencial, e O Agente Secreto referencia Lúcio Flávio, evidenciando o impacto global do cineasta.
Catálogo gratuito, apoiado pela Mubi, reúne textos de Drauzio Varella, Isay Weinfeld, Walter Salles e outros, com fichas técnicas e imagens históricas – troque dois ingressos enquanto durar. Debates ampliam o diálogo, com transmissão ao vivo no YouTube da Cinemateca e Libras.
Mesas incluem Bárbara Paz (07/02) sobre seu doc, equipe de Brincando nos Campos do Senhor (11/02) e Drauzio sobre Carandiru (12/02), após sessões dos filmes. A mostra transforma cinema em espaço crítico sobre legado singular.
A programação é gratuita, com ingressos distribuídos na bilheteria da Cinemateca Brasileira 1 hora antes de cada sessão. Veja todas as sessões e outras atividades clicando aqui.
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