Jornada com curadoria de Paola Gulin propõe vivência cultural profunda e sensível

Entre tradição milenar e inovação tecnológica, a China aparece aqui como um destino de camadas — espiritualidade, símbolos e grandes centros convivendo lado a lado, fora do olhar do turismo convencional. A partir dessa premissa, a NomadRoots concebeu uma jornada imersiva conduzida pela viajante-curadora Paola Gulin, convidando participantes a experimentar o país como “leitores atentos” de seus modos de vida e contrastes.
Segundo Paola, a proposta nasceu depois de semanas percorrendo diferentes regiões em busca de uma China mais silenciosa, refinada e cheia de nuances. Essa travessia virou um roteiro autoral voltado ao público brasileiro, ganhando ainda mais relevância com a recente isenção de visto, que facilita o acesso ao país asiático.
Entre os pontos altos do itinerário estão experiências que costuram memória e modernidade: Xi’an e os Guerreiros de Terracota, a infraestrutura futurista de transporte com trens-bala, e encontros que funcionam como “aulas vivas” — como a visita a um Hutong em Pequim e a conversa com um morador que atravessou a Revolução Cultural. O roteiro também inclui paisagens de impacto, como Longji Village (entre arrozais), e hospedagens marcantes, como o Sugar House, um antigo engenho reformado em meio às montanhas de calcário.
A jornada ainda abre espaço para vivências de bem-estar e natureza, como a prática de Tai Chi Chuan na Grande Muralha, e experiências ligadas à conservação, como projetos com pesquisadores no santuário de pandas em Chengdu. No campo da gastronomia, o destaque vai para a descoberta de um restaurante vegetariano com estrela Michelin em Chengdu, reforçando a ideia de explorar a China também pelo paladar e pelos hábitos cotidianos.
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